São Thomé dos Quartzos

A misteriosa cidade mineira

 São Thomé das Letras, está a 1.444 metros de altitude e localizada na Serra da Mantiqueira. Todo o chão, assim como a maioria das casas da cidade é feito de quartzito, arenito e calcário. A preservação dos quartzos é um dos charmes da cidade, porém não é só isso. A natureza exuberante e o misticismo atraem milhares de turistas à São Thomé todos os anos.

Lendas urbanas explicam, que o nome São Thomé das Letras surgiu da história de um escravo, que se apaixonou pela irmã de seu senhor. Também há inscrições rupestres na gruta da cidade, onde permanecia a estátua de São Tomé. Para mim “São Thomé dos Quartzos” parece mais apropriado, uma vez que a linda cidadela foi construída sobre um depósito mineral de quartzito, mais conhecida como “pedra de São Thomé”.

montanhas, por do sol e natureza em Minas Gerais
Vista da Serra da Mantiqueira
Pedra de São Thomé em montanha na cidade mineira
Pedra de São Thomé
pedras de sao thome, na ladeira da cidade mineira
Pedreira de Sobradinho

Assim como todo o rico estado de Minas Gerais, São Thomé foi muito explorada pelos bandeirantes. A extração das “pedras de são tomé” foi a principal atividade econômica da cidade por muitos anos. A pedreira, apesar de gerar empregos para os moradores da região, tem um impacto ambiental muito negativo, e hoje em dia moradores e turistas zelam para uma economia, que não degrade tanto o meio ambiente.

O QUE FAZER EM SÃO THOMÉ

A cidade também é um ponto energético da Terra, pelas presenças de tais quartzos o local exala uma energia telúrica, que atraí místicos, pesquisadores científicos e curiosos. Um dos pontos em que essa energia pode ser observada é na Ladeira do Amendoim.

A Ladeira fica na estrade de Três Corações para São Thomé, antes de chegar na cidade. Lá é possível observar carros sendo atraído para cima da ladeira, desafiando a gravidade. Guias explicas que é devido o magnetismo do local. Ainda antes de chegar à cidade, outro ponto que vale a pena visitar é a Cachoeira das Fadas.

cachoeira em sao thome das letras
Cachoeira Eubióse
poço em Sobradinho, Minas gerais. agua azul e clara
Poço da Jade- Sobradinho
cachoeira em sobradinho, minas gerais
Cachoeira do Sobradinho
cachoeira em sao thome das letras
Cachoeira Eubióse

São Thomé é uma cidade pequena, e tudo pode ser feito a pé. Na praça central ficam a Igreja Matriz e a Gruta. Subindo a rua o mais incrível: a Pedreira ou Parque Municipal Antônio Rosa. Na Pedreira ficam a Pirâmide, a Pedra da Bruxa e o Mirante, ambos com uma panorâmica impressionante para toda a Serra da Mantiqueira, além de nascer e pôr-do-sol de tirar o fôlego.

À caminho de Sobradinho, ao lado esquerdo está a cachoeiras da Lua. Virando no Bar do Johnny estão as cachoeiras Eubióse, Flário, Véu da Noiva entre outras. Em Sobradinho estão os lugares que eu mais gostei. Gruta e cachoeira do Sobradinho, Gruta do Labirinto, Gruta da Bruxa e o Pico do Gavião, todas as grutas precisam do acompanhamento de um guia.

piramide em sao thome, muito famosa pra apreciar o por do sol
Pirâmide em São Thomé
piramide em sao thome. Melhor vista da cidade
Mirante
piramide em sao thome. Melhor vista da cidade
Pirâmide

por do sol maravilhoso em sao thome das letras.

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SPankartz a bioarquitetura psicodélica ousada

A Spankartz é uma empresa de bioarquitetura diferente de qualquer outra. Proporcionar uma realidade lúdica é algo ainda longe da arquitetura convencional. As cores e curvas, que encontram as pessoas, formam a nova e sustentável forma de arquitetura, que proporciona conforto e segurança para as pessoas.

Por trás das tendas psicodélicas que encantam festas trance pelo mundo, a Spankartz surpreende mais a cada trabalho. A marca foi criada por Rodrigo Gonzalez,30, que decidiu trabalhar com uma realidade diferenciada, após passar por um período de luto. Gonzalez prova para o mundo que, a criatividade é essencial para qualquer projeto de sucesso.”Eu tinha boas ideias e meu medo era de não ter pessoas que as realizassem comigo, então montei meu próprio grupo e comecei a colocar em prática.”

Com Bamboo ou Eucalipto, cordas e lycra, Rodrigo e sua equipe constroem pistas inusitadas e principalmente bonitas, apesar disso, o empresário não se vê como decorador. “Eu faço instalações fundamentais, que hoje em dia engloba decoração”.

A primeira vez que o grupo chamou atenção foi no Pulsar 2015. A “grande Aranha” foi o palco do Chill Out da festa mineira e impressionou até os mais antigos frequentadores da cena. “O Pulsar foi diferente de tudo, estudei aquela técnica por 3 anos”, conta Rodrigo “Nós nos espelhamos em núcleos maiores para fazer um bom festival, priorizando o bem-estar dos funcionários e investindo em uma boa área de alimentação e descanso.”

No ano seguinte, a SPankatz foi convidada para participar da montagem do Boom, em Portugal. A experiência foi incrível, afinal não poderia ser diferente,  os maiores e melhores núcleos de todo o mundo estavam reunidos compartilhando ideias, informações, experiências e sonhos.

A montagem da primeira edição do festival Kamala, no Uruguai, também foi feita pelo núcleo, que mais uma vez ousou nas técnicas. “Usamos um poste suspenso com cabeamento de aço. A técnica é de uma crew americana e aprendi no Boom.” A festa portuguesa contou com 32 postes suspensos. “Aqui tem apenas um, mas já é um desafio para nós.”

Foi a primeira vez que, um poste suspenso foi usado em um projeto de Gonzalez. a ideia não estava no projeto original, mas quando um integrante da crew americana viu o projeto do colega brasileiro, deu a seguinte sugestão.

Além do trance, as construções são uma nova forma de arquitetura, que além de limpa e sustentável, monta e desmonta com facilidade, não devasta o solo e a mata entorno e são muito resistentes a vento e chuva. Rodrigo enxerga um futuro de possibilidades, e um deles, é construir abrigos, por exemplo, para imigrantes.

Os desafios são grandes, mas com humildade, coragem e comprometimento, a SPankartz promete vencê-los todos.

 

Versão reduzida da entrevista realizada com Rodrigo Gonzalez no Uruguay

O refúgio dos leões marinhos

Cabo Polônio: um paraíso Uruguaio

Cabo Polônio é um pedaço de terra no meio de um mar bravo, que se quebra em grandes rochas. Sua geografia, perigosa para os navegantes do século XVIII, causou muitos acidentes aos aventureiros que ousaram tentar chegar à região. O mais famoso e que batizou o balneário é o náufrago do capitão espanhol Joseph Pollonio.

dois caminhoes que fazem a travessia para Cabo polonio
Cabo Polônio

O povoado uruguaio está no Departamento de Rocha a 260 km de Montevídeo e sua área é protegida e declarada Reserva Natural da Biosfera pela UNESCO. Esse fator faz com que seja proibido o ingresso de carros particulares no balneário. Há 7 km do centrinho há uma portaria e de lá saem caminhões 4×4 que te levam a Cabo Polônio de fato.

Os caminhões saem algumas vezes por dia, porém sempre bom verificar no site das Rutas del Sol, o valor em março de 2017 estava 500 pesos ida e volta. Os 7 km de trajeto são em dunas desérticas e uma paisagem totalmente virgem. Outra forma (muito) mais difícil de chegar em Cabo Polônio é caminhando pelas Dunas da cidade vizinha, Valizas.

caminhoes que fazem a travessia de cabo polonio no uruguay
Cabo Polônio

A península de Cabo Polônio

A península é muito especial por diversos motivos. Existem duas praias que a cercam, a playa Sur e a playa de la Caravela a primeira é totalmente deserta com apenas algumas casinhas, do melhor estilo uruguaio, simples, planas, com grandes janelas e cores claras.

pedras, mar, casas lindas em uma das melhores praias uruguaias
Cabo Polônio

A playa de la Caravela tem o Farol de Cabo Polônio, para subir no farol o valor é 25 pesos. A subida de 750m não é muito difícil e o visual vale muito a pena. Na base do farol uma incrível costeira, onde leões e lobos marinhos passam os verões curtindo. No inverno os animais migram para uma pequena ilha que fica em frente ao farol. Em outubro também é comum a presença de algumas especíe de baleias no local, assim como golfinhos.

farol de cabo polonio
Farol
espaco de leoes marinhos em cabo polonio
Loberia

A população fixa do vilarejo é  pequena e composta principalmente por artesões, e pescadores. Cabo Polonio não tem rede elétrica e nem asfalto. Algumas casas usam energia solar para esquentar a água, geradores também são comum, principalmente nas noites de verão, quando os barzinhos locais viram pequenos clubes de dança.

Todos esses motivos tornam o refúgio dos animais marinhos tão especial, mas o principal motivo é a plenitude que o lugar traz. Não há uma pessoa que não sinta uma estranha sensação de estar vivendo em outro tempo durante a estadia em Cabo Polonio. Só vivendo para entender.

Desbravando o Uruguai

Por Maria Fernanda Romero

De Florianopólis até Montevideú

O tanto de uruguaios que conheci em Florianópolis no verão de 2017, misturado com outros fatores, me despertou um desejo para desbravar o país. Fui de ônibus pela empresa TTL até a cidade de Rocha, capital do departamento de Rocha. As empresas de ônibus que fazem o trajeto são TTL e EGA, os horários mudam conforme a época do ano.

Até Porto Alegre é praticamente direto, apenas uma parada de 30 minutos em Sombrio, quase na divisa dos estados Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na capital gaúcha tivemos que trocar e duas horas depois, no município de São Lourenço do sul a terceira parada. Faltavam aproximadamente 6h.

O Chuí é uma das cidades brasileiras que fazem fronteira com o Uruguai, e é a mais usada por brasileiros, principalmente para comprar, uma vez que a cidade é lotada de Free shops. 60 km depois da fronteira, o primeiro balneário uruguaio, Punta Del Diablo.

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Liberdad o Muerte: bandeira da independência uruguaia

Eu desci na capital, cidade de Rocha. O departamento é composto pelas cidades Punta Del Diablo, La Paloma, Rocha entre outras. As casas simples, quase sempre terréas, têm janelas sempre grandes e um ar um pouco antigo e sempre tranquilo e aconchegante. Os poucos carros e muitas praças das cidades colaboram com essa sensação de eterna tranquilidade.

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Farol de Cabo Polônio

De Rocha fui para Cabo Polônio, reservarei um post exclusivamente a esse pedacinho do céu. De Cabo Polônio fui à capital, Montevidéu e me impressionei com as diferenças com nossas cidades brasileiras.

A cidade é limpa, em todos os locais lixeiras, inclusive separando o lixo reciclável. Não há moradores de ruas ou animais abandonados, há um respeito no semblante das pessoas, que assim como nas cidades menores vivem com tranquilidade e segurança. Há muita cultura na cidade, opções de filme gratuito em lugares como na Sala Zitarrosa, muitos museu e parques.

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Ciudad Vieja Montevideu

Os uruguaios falam sobre política. Há uma variedade de jornais com diferentes ideologias, assim como há luta. Presenciei uma ocupação em um prédio na Ciudad Vieja. Escutei de mais de um uruguaio que, os brasileiros “aceitam tudo”.Há debate na cidade. Particularmente me aprofundei no tema da legalização.

Legislação e Cannabis

Há três anos o presidente José Mujica legalizou o cultivo e uso de maconha medicinal e recreativa no país, porém Mujica não deixou claro como agir durante o processo de regularização da medicina. Uma das vantagens da legalização é o controle. Quando algo é proibido perdemos o controle sobre ele, legalizar é controlar, porém nem sempre isso é bom em um país latinoamericano, onde as autoridades são tão corruptas e a polícia é militarizada e autoritária.

Ainda há medo entre os usuários de cannabis no Uruguai, e o IRCCA, órgão responsavel pelo cumprimentos das leis relacionadas a planta, é extramente burocrático e muitas vezes rígido.

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Universidade Nacional do Uruguai em Montevideu

Voltei para o Brasil de carona pelo aplicativo Blablacar até a capital gaúcha, Porto Alegre. Muito atencioso o motorista parou em outros dois pontos turísticos: Punta Ballena e Punta del Este.

Punta Del Este

Punta Del Este, localizada no Departamento de Maldonado, é provavelmente o destino mais famoso da América do Sul. A revista Forbes, em 2008, o classificou como o balneário mais luxoso do continente. O maior Hotel e Casino da América do Sul também está por lá.

Apesar de todo esse ar luxoso, a praia dessa punta é maravilhosa e o pôr-do-sol do porto é inacreditável, andar de bicicleta pelo balneário também é uma delícia. O monumento Los Dedos também é uma atração de Punta Del Este. O monumento de fevereiro de 1982 realizado pelo artista plástico chileno Mario Irrazábal representa a presença do homem na natureza.

Punta Ballena

Ao lado de Punta del Este, Punta Ballena é uma pequena península com uma visa igualmente incrível. A extensão desse balneário é de aproximadamente 12 km.

Entre os resorts está a Casapueblo. A incrível casa foi feita e habitada pelo artista plástico uruguaio Carlos Paez Vilaró. Sua casa-escultura funciona como resort, museu, restaurante e também mirante para um pôr-do-sol de tirar o fôlego.O balneário também recebe visitas frequentes da baleia-franca e de golfinhos.

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Punta Ballena
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Casapueblo

Conhecer o Uruguai foi um ótimo aprendizado, além de ficar em paz com a tranquilidade dos lugares percebi a importante de um debate público e de uma educação de qualidade. A informação é a chave para uma sociedade melhor.

Lagoinha do Leste

Por Maria Fernanda Romero

A melhor trilha de Florianópolis

Escrevi em outra postagem sobre algumas das INÚMERAS trilhas que existem em Florianópolis e prometi falar sobre a Lagoinha do Leste. Já tinha ouvido falar algumas vezes, que era o melhor lugar da Ilha. É difícil classificar o que é melhor em um lugar que me surpreende todos os dias. Mar, cachoeira, esporte, cultura, parques… são tantas coisas, que não é possível escolher só uma, mas com certeza, a Lagoinha do Leste é um dos melhores lugares.

COMO CHEGAR NA LAGOINHA DO LESTE

LAGOINHA DO LESTE ME FLORIANOPOLIS
Lagoinha do Leste

A praia é a mais isolada e conservada da ilha e não possuí construções, com exceção das ruínas da casa do seu Tibúrcio. A lenda diz que o casebre é feito de argila amarela retirada das margens da Lagoinha e garrafas que ele recolheu na região.

Para chegar lá existe uma trilha que saí da praia do Pântano do Sul e outra do Matadeiro. Ambas são difíceis e possuem subidas complicadas, mas a primeira opção é a mais curta. A ida é mais fácil, dura cerca de 50 minutos.

Acordamos às 5h para conseguirmos fazer a trilha com o nascer do sol. A paisagem é maravilhosa e outra vantagem do horário é não pegar o sol tão forte. A praia é imensa, o mar azul e a vegetação praticamente intocada.

Na costa esquerda da praia tem o Morro da Corroa, onde é possível fazer outra trilha e ter uma bela vista da praia e da lagoa. O local ganha esse nome, pois suas pedras lembram a uma corroa. A fauna também é extremamente preservada, e animais exóticos como lagartos são encontrados.

sol nascendo no morro das pedras em florianopolis
Amanhecer no Morro das Pedras
trilha em florianopolis a Lagoinha do Leste.
Lagoinha do Leste

Andando para a direita a lagoinha. A água doce que desce dos morros, deságuam em uma pequena enseada, onde se misturam com a água do mar, formando a lagoinha de água salobra, que dá o nome à praia.

Trilha, lagoa e mar, uma vista maravilhosa….além de muita magia!

Viva! A terra

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QUESTIONANDO A FORMA DO CAPITAL

Vivemos em um mundo, onde viver para produzir na cidade, e para o capital é hipervalorizado, muitas vezes é mostrada como a única coisa opção de vida. Questionando sobre uma forma de mostrar que felicidade não se alcança somente trabalhando de segunda a sexta 8h por dia. Alias, o que é felicidade?

O mundo é muito mais do que somos doutrinados a achar que é. Viva! A terra nasceu com o objetivo de mostrar como é a vida das pessoas e famílias que acham seu sustento na natureza e vivem em harmonia com a mesma.

Outro ponto importante é recordar que viemos da terra, e devemos respeitá-la em primeiro lugar. Infelizmente o homem têm mudado o ecossistema e as consequências na natureza serão cada vez mais catastróficas. Nos resta criar uma consciência e lutar para preservar lugares tão belos que ainda existem.

Bela e essencial para a microeconomia de muitos lugares, procuro retratar a natureza como ela é. O primeiro episódio de Viva! A terra foi gravado em Ubatuba- SP, Brasil, e conta a história da família Oliveira.

Pedra da Gávea é sobre como superar a si mesmo

Por Maria Fernanda Romero

COMO CHEGAR NA PEDRA DA GÁVEA

A Pedra da Gávea, localizada no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca, foi assim batizada pelo capitão português Gaspar de Lemos, por causa da sua semelhança com o cesto da gávea, o mirante colocado no lugar mais alto da caravela. Com 842m de altitude é o maior bloco de pedra a beira mar do planeta.
O acesso para a pedra é no final da Estrada do Sorimã. A trilha é muito difícil e tem várias etapas e pontos turísticos. Logo no começo tem uma cachoeira, depois o caminho fica cada vez mais íngreme. É preciso escalar um trecho de pedras e também escalar a carrasqueira, de aproximadamente 30m. Essa parte é extremamente perigosa e existem até caso de mortes.
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As quase 3h de trilhas são cansativas e é muito intenso. O coração acelera, a respiração complica, é um momento de contato consigo e com a sua própria força. É preciso concentração e calma. Subir a carrasqueira é o maior desafio. É a hora que você está no limite da vida e percebe como esta pode ser frágil. É a hora de refletir sobre quem você é e do que você é capaz.

O MAIOR DESAFIO

Durante a subida da carrasqueira, olhar para cima é desestimulante, pois parece que você sobe, sobe, sobe e ainda falta muito, olhar para baixo é magnifico. A vista do Rio de Janeiro, e de toda imensidão do oceano. Ao mesmo tempo pode dar medo.
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Depois de superar seus próprio limites, chegar ao cume é a sensação mais gratificante que existe. Para o corpo e para a alma. No horizonte o mar se mistura com o céu e você vira um grão de areia. Compreender que a vida é frágil e que é necessário força e vontade para realizar os sonhos foi o meu maior aprendizado.
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